Conheça como diferentes organizações confiaram nas nossas soluções para transformar as suas operações.
avaliações de condutores
menos incidentes operacionais
de deteção eficaz de fadiga
SQM
A SQM, uma das maiores empresas mineiras não metálicas do mundo e líder global na produção de lítio, implementou o Gauss Control na sua operação de transporte no Deserto do Atacama. A empresa procurava melhorar a segurança rodoviária numa operação ativa 24 horas por dia e que transporta materiais críticos ao longo de centenas de quilómetros diariamente.
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Desafio
A operação enfrentava elevados níveis de risco rodoviário devido à condução contínua em percursos extensos, às condições extremas e à participação de várias empresas contratadas. Além disso, a falta de visibilidade objetiva sobre os níveis reais de risco dificultava a tomada de decisões preventivas.
Solução
A Gauss Control realizou um diagnóstico exaustivo, integrando-se nos sistemas de GPS das empresas contratadas para analisar os dados operacionais. Em seguida, implementou a sua plataforma de gestão do risco de fadiga, ajustando turnos, minimizando a condução noturna, monitorizando os períodos de descanso e reduzindo as horas extraordinárias. Foram também adicionadas ferramentas de gestão em tempo real, elaboração de relatórios e concursos internos de condução segura.
Impacto
Em apenas seis meses, a frequência de acidentes diminuiu 39% e os acidentes graves reduziram 48%, sem afetar a produtividade. Além disso, o grupo de condutores com risco muito elevado (índice de fadiga >70) diminuiu 78%, validando a eficácia da abordagem preventiva baseada em dados e tecnologia.
Copec
A COPEC, empresa líder na distribuição de combustíveis no Chile, decidiu implementar um sistema inovador de gestão do risco de fadiga (FRMS) através da plataforma Gauss Control. A iniciativa procurava elevar ainda mais os seus elevados padrões de segurança e proteger mais de 1.200 condutores em todo o país.
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Desafio
Apesar da sua forte tradição em segurança, a COPEC enfrentava um limite: os esforços crescentes de prevenção já não conseguiam reduzir ainda mais a sinistralidade. Em particular, a operação em Mejillones apresentava elevados níveis de gravidade nos acidentes de transporte, o que exigia novas estratégias para abordar a fadiga dos condutores.
Solução
A Gauss Control integrou os seus modelos biológicos e matemáticos de previsão da fadiga com dados de GPS e sensores de sonolência na operação da COPEC. Foi implementado um FRMS completo: biocompatibilidade dos turnos, monitorização do estado de alerta, formação sobre fadiga e um plano de mitigação com IA. A estratégia foi expandida de Mejillones para toda a operação a nível nacional.
Impacto
O projeto permitiu à COPEC reduzir em 63% os incidentes graves na operação de Mejillones e em 45% a nível nacional entre 2018 e 2019, consolidando uma cultura de segurança mais robusta, baseada na prevenção dos riscos de fadiga, na monitorização contínua e na formação permanente de condutores e supervisores.
ENAP
A ENAP, Empresa Nacional do Petróleo, com operações críticas de transporte de combustíveis, reforçou o seu compromisso com a segurança rodoviária através da adoção de um sistema de gestão da fadiga (FRMS) baseado na plataforma Gauss Control e nos sensores Guardian da Seeing Machines.
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Desafio
Os acidentes rodoviários representavam dois terços das mortes laborais no Chile, e a fadiga era um fator determinante. A ENAP precisava de implementar uma política de segurança de classe mundial que enfrentasse diretamente os riscos de sonolência e a resistência cultural dos condutores à monitorização na cabina.
Solução
O projeto integrou visão computacional, inteligência artificial e modelos de biocompatibilidade dos turnos. Incluiu a instalação de sensores Guardian, planos de formação presencial e e-learning, avaliações médicas e protocolos de intervenção em tempo real perante eventos de microssono. Com o apoio da Gauss Control, a ENAP reforçou também a gestão da mudança, enfrentando o ceticismo inicial dos condutores.
Impacto
A iniciativa permitiu reduzir em 85% os eventos de microssono e em 55% a taxa de sinistralidade por milhão de quilómetros percorridos entre 2017 e 2019, além de diminuir em 98% as tentativas de desativação dos sensores, consolidando uma nova cultura de segurança rodoviária na ENAP e transformando o projeto num modelo de gestão de riscos reconhecido como referência na indústria.